Aealac - Caraça - Turismo

Associação dos Ex-Alunos dos Lazaristas e dos Amigos e Amigas do Caraça

 

  TURISMO

Para o turismo, em seu aspecto histórico cultural, existem preciosidades que merecem ser exploradas. Destacam-se: 

IGREJA 

  • A igreja do CARAÇA, seguindo o gosto da época, foi edificada em estilo neogótico e inaugurada em 1883.Prima pela pureza de seu estilo e simplicidade de suas linhas, beleza de seus vitrais e som maravilhoso de seu órgão. Este, construído no CARAÇA pelo Pe. L. Boavida marceneiro e músico, contém 700 tubos: 305 franceses, 153 portugueses e 242 feitos no Caraça com madeira da região. Os entendidos afirmam ser o órgão de rara unidade harmônica.

 

 

TRABALHOS DE  MESTRE ATAÍDE 

Manuel da Costa Ataíde, pintor e professor de pintura em Mariana, 1762-1830. Suas pinturas decoram as igrejas de Mariana, Ouro Preto, Congonhas, Santa Bárbara, Caraça e pequenas capelas da região.   

  • O CARAÇA conserva seis obras de Ataíde: 
    • os dois altares barrocos das capelas laterais
    • dois púlpitos
    • retrato do Irmão Lourenço
    • painel da ceia de Cristo (A Ceia de Ataíde)
CAPELAS BARROCAS
  • Duas capelas barrocas, bastante enriquecidas por dentro, foram preservadas no ambiente neogótico da igreja, em seu átrio. Constituem uma homenagem do projetista-construtor, Pe. J. Clavelin, aos pioneiros. A incorporação realça o valor de ambas as expressões artísticas.

 
 

 

RELÍQUIAS
  • O CARAÇA possui numerosas e preciosas relíquias de santos, vindas, quase todas, das catacumbas de Roma. Retratam elas a piedade do Irmão Lourenço e o espírito de fé do nosso povo. Al gumas relíquias foram incrustradas nas mesas de pedra dos onze altares da igreja do Caraça; outras estão guardadas  em estojos ou relicários. A mais importante - chamada relíquia insigne - é o corpo de um soldado romano, martirizado, que traz o nome de São Pio Mártir.

BIBLIOTECA
  • Formada lentamente, acompanhou o desenvolvimento das atividades do educandário. De uma herança de 27 livros em 1820, atigiu 927 volumes registrados em 1835, abrangendo teologia, filosofia, ciências, direito, arquitetura e livros ditos de piedade. Na época do incêndio, contava com mais de 20.000 volumes. Salvaram-se 15.000 volumes, sendo 96 do século XVI, 250 do século XVII e 1.100, do XVIII.
  • A história caracense pode ser acessada através de seu arquivo que, felizmente, não foi atingido pelo incêndio. Podem ser obtidas informações sobre as atividades escolares, sobre os ex-alunos, sobre a escravatura na época, bem como sobre o relacionamento dos padres com a sociedade, entre outros assuntos.